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Consumidor poderá comprar carro no cartão de débito
Publicado em 27/06/2016
Associação das empresas de cartões diz que está com estudos avançados e vai tentar viabilizar compras de valores mais elevados ainda em 2016
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) está com estudos avançados e vai tentar colocar em prática ainda este ano um modelo que viabilize o maior uso do cartão de débito em compras de tíquete mais elevado como um automóvel, por exemplo, segundo o presidente da entidade, Marcelo Noronha.
"Se possível, vamos colocar em prática esse ano. Os estudos estão avançados, mas há desafios sob o ponto de vista de custo e taxas", explicou ele, a jornalistas, durante participação no CIAB, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
O tíquete médio do cartão de débito está hoje ao redor de R$ 60,00. Uma das possibilidades em estudo é a taxa cobrada (MDR, na sigla em inglês) de transações de valor mais elevados ter uma parte fixa e outra proporcional.
Noronha reafirmou que para 2016 a entidade espera alta de 6,5% no volume transacionado por cartões no Brasil. Se esse desempenho for confirmado, o setor seguirá em trajetória de desaceleração, afetado pela crise no País. No ano passado, o segmento de cartões apresentou alta nominal de 8,4% em relação a 2014.
A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) está com estudos avançados e vai tentar colocar em prática ainda este ano um modelo que viabilize o maior uso do cartão de débito em compras de tíquete mais elevado como um automóvel, por exemplo, segundo o presidente da entidade, Marcelo Noronha.
"Se possível, vamos colocar em prática esse ano. Os estudos estão avançados, mas há desafios sob o ponto de vista de custo e taxas", explicou ele, a jornalistas, durante participação no CIAB, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
O tíquete médio do cartão de débito está hoje ao redor de R$ 60,00. Uma das possibilidades em estudo é a taxa cobrada (MDR, na sigla em inglês) de transações de valor mais elevados ter uma parte fixa e outra proporcional.
Noronha reafirmou que para 2016 a entidade espera alta de 6,5% no volume transacionado por cartões no Brasil. Se esse desempenho for confirmado, o setor seguirá em trajetória de desaceleração, afetado pela crise no País. No ano passado, o segmento de cartões apresentou alta nominal de 8,4% em relação a 2014.
Fonte: Idec - 24/06/2016
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