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Geração Y já têm 2 vezes mais dinheiro ′na carteira′ que seus pais, diz estudo
Publicado em 07/06/2016
Em 2020, a geração X e Y controlarão mais da metade de todos os investimentos – cerca de US$ 30 trilhões
Com certeza você já leu ou ouviu algumas características da chamada geração Y, ou “Millenial”, que compreende adultos entre 21 e 36 anos: tais como sobre sua filosofia de que só “se vive uma vez”. Apesar do estilo descolado, parece que a geração não considera o lema quando o assunto é economia, sendo bastante conservadores. Segundo uma pesquisa da Sameer Aurora, este grupo tem preferência por investimentos de baixo risco e baixa liquidez. As informações são do Business Insider.
“A geração Millenials detém quase duas vezes a quantia de dinheiro em ′suas carteiras′ que seus pais, os baby boomers", afirma a pesquisa. “A conclusão que podemos tirar é que são mais focados em curto prazo e no tempo presente, em oposição à construção de riqueza no longo prazo.”
Assim, ao contrário dos baby boomers, o grupo resiste a alguns princípios de investimento. Por exemplo, os jovens investidores vão contra alguns conselhos clássicos como colocar dinheiro em investimentos mais arriscados antes e depois movê-lo para aqueles mais seguros, como na previdência privada.
Outra conclusão feita pelo estudo foi de que os Millenials não têm tanta ambição por obter retornos a todo o custo, e estão cada vez mais preocupados com os efeitos do investimento. “Há muito mais consciência social. Eles também são muito avessos a tomar dinheiro emprestado”, revela um dos responsáveis da pesquisa.
Entre os motivos do conservadorismo da geração está a crise econômica mundial que continua lançando dúvidas sobre investimentos. Assim, existe uma espécie de “trauma” sobre as crises financeiras, mercados voláteis e a dificuldade de encontrar emprego, além do alto custo de vida em grandes cidades.
Futuro
O comportamento de investidores mais jovens terá grandes consequências no futuro próximo. Em 2020, a geração X e os Millenials controlarão mais da metade de todos os investimentos – cerca de US$ 30 trilhões, segundo uma pesquisa recente feita pela PricewaterhouseCoopers.
Com certeza você já leu ou ouviu algumas características da chamada geração Y, ou “Millenial”, que compreende adultos entre 21 e 36 anos: tais como sobre sua filosofia de que só “se vive uma vez”. Apesar do estilo descolado, parece que a geração não considera o lema quando o assunto é economia, sendo bastante conservadores. Segundo uma pesquisa da Sameer Aurora, este grupo tem preferência por investimentos de baixo risco e baixa liquidez. As informações são do Business Insider.
“A geração Millenials detém quase duas vezes a quantia de dinheiro em ′suas carteiras′ que seus pais, os baby boomers", afirma a pesquisa. “A conclusão que podemos tirar é que são mais focados em curto prazo e no tempo presente, em oposição à construção de riqueza no longo prazo.”
Assim, ao contrário dos baby boomers, o grupo resiste a alguns princípios de investimento. Por exemplo, os jovens investidores vão contra alguns conselhos clássicos como colocar dinheiro em investimentos mais arriscados antes e depois movê-lo para aqueles mais seguros, como na previdência privada.
Outra conclusão feita pelo estudo foi de que os Millenials não têm tanta ambição por obter retornos a todo o custo, e estão cada vez mais preocupados com os efeitos do investimento. “Há muito mais consciência social. Eles também são muito avessos a tomar dinheiro emprestado”, revela um dos responsáveis da pesquisa.
Entre os motivos do conservadorismo da geração está a crise econômica mundial que continua lançando dúvidas sobre investimentos. Assim, existe uma espécie de “trauma” sobre as crises financeiras, mercados voláteis e a dificuldade de encontrar emprego, além do alto custo de vida em grandes cidades.
Futuro
O comportamento de investidores mais jovens terá grandes consequências no futuro próximo. Em 2020, a geração X e os Millenials controlarão mais da metade de todos os investimentos – cerca de US$ 30 trilhões, segundo uma pesquisa recente feita pela PricewaterhouseCoopers.
Fonte: O Dia Online - 06/06/2016
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