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Produção da indústria caiu em 11 dos 14 locais pesquisados em fevereiro
Publicado em 08/04/2016 , por BRUNO VILLAS BÔAS
Com a retração do consumo e dos investimentos no país, a produção da indústria brasileira caiu de modo generalizado em fevereiro.
Naquele mês, 11 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE produziram menos em comparação a janeiro.
Principal parque fabril do país, São Paulo viu sua produção cair 2,1% na passagem de janeiro para fevereiro, ritmo abaixo da média do país (-2,5%).
Mesmo assim, foi o pior mês de fevereiro da indústria de São Paulo em toda a série histórica da pesquisa do IBGE, iniciada em 2002.
Frente a fevereiro de 2015, a produção paulista recuou 12,3%, puxada pelos ramos de automóveis (-25,1%) e de máquinas e equipamentos (-24,6%). Mas o perfil foi disseminado, com 13 das 18 atividades em baixa.
O nível de produção da indústria de São Paulo é o mesmo de agosto de 2003, o que ajuda a dar uma dimensão do tamanho da crise enfrentada.
Cortar a produção, além de reduzir empregos, é uma forma do setor se ajustar ao menor ritmo da demanda.
Conforme dados divulgados nesta quinta-feira (7), os Estados com queda mais intensa foram Bahia (-7,9%) e Amazonas (-4,7%).
A produção no Estado da Bahia havia avançado em dezembro e janeiro, período em que acumulou uma lata de 8,5%. Parte dessa alta foi apagada.
Também tiveram forte queda na produção os Estados de Santa Catarina (-3,3%) e Ceará (-2,8%).
As exceções no mês foram os Estados de Pará (6,2%), Espírito Santo (5,3%) e Goiás (4,1%), segundo os dados divulgados pelo IBGE.
Os dois primeiros têm em comum forte presença da atividade extrativa mineral, que teve um avanço de 0,6% na passagem de janeiro para fevereiro na média nacional.
Na comparação a fevereiro de 2015, 12 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE registraram retração na produção.
Naquele mês, 11 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE produziram menos em comparação a janeiro.
Principal parque fabril do país, São Paulo viu sua produção cair 2,1% na passagem de janeiro para fevereiro, ritmo abaixo da média do país (-2,5%).
Mesmo assim, foi o pior mês de fevereiro da indústria de São Paulo em toda a série histórica da pesquisa do IBGE, iniciada em 2002.
Frente a fevereiro de 2015, a produção paulista recuou 12,3%, puxada pelos ramos de automóveis (-25,1%) e de máquinas e equipamentos (-24,6%). Mas o perfil foi disseminado, com 13 das 18 atividades em baixa.
O nível de produção da indústria de São Paulo é o mesmo de agosto de 2003, o que ajuda a dar uma dimensão do tamanho da crise enfrentada.
Cortar a produção, além de reduzir empregos, é uma forma do setor se ajustar ao menor ritmo da demanda.
Conforme dados divulgados nesta quinta-feira (7), os Estados com queda mais intensa foram Bahia (-7,9%) e Amazonas (-4,7%).
A produção no Estado da Bahia havia avançado em dezembro e janeiro, período em que acumulou uma lata de 8,5%. Parte dessa alta foi apagada.
Também tiveram forte queda na produção os Estados de Santa Catarina (-3,3%) e Ceará (-2,8%).
As exceções no mês foram os Estados de Pará (6,2%), Espírito Santo (5,3%) e Goiás (4,1%), segundo os dados divulgados pelo IBGE.
Os dois primeiros têm em comum forte presença da atividade extrativa mineral, que teve um avanço de 0,6% na passagem de janeiro para fevereiro na média nacional.
Na comparação a fevereiro de 2015, 12 dos 15 locais pesquisados pelo IBGE registraram retração na produção.
Fonte: Folha Online - 07/04/2016
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