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Governo lançará pacote de medidas para aumentar estímulo à economia
Publicado em 21/03/2016 , por Valdo Cruz
Incomodada com as especulações sobre troca de comando na Fazenda, a equipe econômica da presidente Dilma vai lançar na segunda-feira (21) um pacote de medidas com o qual espera jogar R$ 15 bilhões na economia no segundo semestre e indicar que as contas públicas vão voltar ao azul nos próximos anos.
Além da aprovação dessas medidas, a equipe econômica acredita que haverá espaço para queda da taxa de juros também no segundo semestre, contribuindo para estimular a economia.
Na avaliação da equipe de Nelson Barbosa (Fazenda), não há espaço para "mágicas", como defendem os petistas, e o caminho para a retomada do crescimento ainda no final deste ano depende da aprovação das medidas que serão enviadas ao Congresso Nacional na segunda.
A equipe econômica espera convencer a oposição a ajudar na aprovação dos projetos com o argumento de que, apesar da crise política, algo é preciso ser feito imediatamente para tirar o país da recessão –economistas preveem queda de 3,5% do PIB.
Segundo um assessor da área econômica, "depois do impeachment, quem sobreviver à atual crise não vai querer tocar um país na depressão e, com certeza, prefere encontrar uma economia no caminho da recuperação".
A equipe econômica recebeu de Dilma o recado de que a entrada do ex-presidente Lula no governo não vai levar a uma guinada na política econômica –o nome do ex-presidente do BC Henrique Meirelles chegou a ser especulado para a Fazenda, mas o Planalto descarta essa mudança no curto prazo.
Dilma, porém, pediu pressa em medidas para sinalizar uma retomada do crescimento para ajudá-la na disputa contra o impeachment.
Barbosa explicou à presidente e a Lula que já tomou várias medidas na área de liberação de crédito, mas, para aumentar os investimentos do governo, precisa aprovar a mudança na meta fiscal, permitindo fechar o ano com deficit superior a R$ 60 bilhões.
Com isso, o governo poderá gastar R$ 9 bilhões para retomar obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) paralisadas por causa da falta de dinheiro.
Ele disse ainda que pelo menos mais R$ 6 bilhões poderão ser injetados na economia pelos Estados depois que for aprovado no Congresso o projeto que fixa as regras da renegociação das dívidas estaduais, que também será divulgado nesta segunda.
Para compensar os novos gastos, que vão aumentar ainda mais o deficit público neste ano, o governo vai anunciar também o projeto que cria um teto para os gastos federais e vários mecanismos de corte automático de despesas caso ele corra risco de ser estourado.
Além da aprovação dessas medidas, a equipe econômica acredita que haverá espaço para queda da taxa de juros também no segundo semestre, contribuindo para estimular a economia.
Na avaliação da equipe de Nelson Barbosa (Fazenda), não há espaço para "mágicas", como defendem os petistas, e o caminho para a retomada do crescimento ainda no final deste ano depende da aprovação das medidas que serão enviadas ao Congresso Nacional na segunda.
A equipe econômica espera convencer a oposição a ajudar na aprovação dos projetos com o argumento de que, apesar da crise política, algo é preciso ser feito imediatamente para tirar o país da recessão –economistas preveem queda de 3,5% do PIB.
Segundo um assessor da área econômica, "depois do impeachment, quem sobreviver à atual crise não vai querer tocar um país na depressão e, com certeza, prefere encontrar uma economia no caminho da recuperação".
A equipe econômica recebeu de Dilma o recado de que a entrada do ex-presidente Lula no governo não vai levar a uma guinada na política econômica –o nome do ex-presidente do BC Henrique Meirelles chegou a ser especulado para a Fazenda, mas o Planalto descarta essa mudança no curto prazo.
Dilma, porém, pediu pressa em medidas para sinalizar uma retomada do crescimento para ajudá-la na disputa contra o impeachment.
Barbosa explicou à presidente e a Lula que já tomou várias medidas na área de liberação de crédito, mas, para aumentar os investimentos do governo, precisa aprovar a mudança na meta fiscal, permitindo fechar o ano com deficit superior a R$ 60 bilhões.
Com isso, o governo poderá gastar R$ 9 bilhões para retomar obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) paralisadas por causa da falta de dinheiro.
Ele disse ainda que pelo menos mais R$ 6 bilhões poderão ser injetados na economia pelos Estados depois que for aprovado no Congresso o projeto que fixa as regras da renegociação das dívidas estaduais, que também será divulgado nesta segunda.
Para compensar os novos gastos, que vão aumentar ainda mais o deficit público neste ano, o governo vai anunciar também o projeto que cria um teto para os gastos federais e vários mecanismos de corte automático de despesas caso ele corra risco de ser estourado.
Fonte: Folha Online - 19/03/2016
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