<
Voltar para notícias
2150
pessoas já leram essa notícia
Ações do governo para cortar gasto e estimular economia estão travadas
Publicado em 14/03/2016 , por GUSTAVO PATU e EDUARDO CUCOLO
A maior parte das medidas anunciadas nos últimos seis meses pelo governo para reduzir gastos enfrenta resistência no Congresso. A principal delas é a volta da CPMF, considerada inviável para este ano.
Em setembro do ano passado, por exemplo, o governo tentou cobrir R$ 20 bilhões em despesas do Orçamento de 2016 com recursos do FGTS, de emendas parlamentares e do Sistema S, que reúne entidades como Senai e Senac. Só conseguiu levar o dinheiro dos trabalhadores, cerca de R$ 5 bilhões.
Outras medidas, como o corte de ministérios e cargos, ainda tramitam no Congresso.
Na semana passada, uma das medidas provisórias anunciadas em setembro, que alterava a tributação de juros sobre capital próprio pagos a acionistas de empresas, expirou, gerando uma perda de R$ 3 bilhões para o governo.
Em fevereiro, a Fazenda anunciou que apresentaria uma proposta de reforma da Previdência e um projeto que limita os gastos públicos. Ambos sofrem resistência dentro do próprio governo e correm o risco de não sair do papel.
Até medidas para estimular a economia encontram dificuldades. Em janeiro, a Fazenda anunciou pacote para destravar empréstimos. Umas das mudanças, o uso do FGTS como garantia do crédito consignado, não está fechada.
A linha de crédito de R$ 5 bilhões do BNDES para micro e pequenas empresas com juros mais baixos também está travada, pois o banco não consegue oferecer taxas de até 18% ao ano, como prometido.
Em setembro do ano passado, por exemplo, o governo tentou cobrir R$ 20 bilhões em despesas do Orçamento de 2016 com recursos do FGTS, de emendas parlamentares e do Sistema S, que reúne entidades como Senai e Senac. Só conseguiu levar o dinheiro dos trabalhadores, cerca de R$ 5 bilhões.
Outras medidas, como o corte de ministérios e cargos, ainda tramitam no Congresso.
Na semana passada, uma das medidas provisórias anunciadas em setembro, que alterava a tributação de juros sobre capital próprio pagos a acionistas de empresas, expirou, gerando uma perda de R$ 3 bilhões para o governo.
Em fevereiro, a Fazenda anunciou que apresentaria uma proposta de reforma da Previdência e um projeto que limita os gastos públicos. Ambos sofrem resistência dentro do próprio governo e correm o risco de não sair do papel.
Até medidas para estimular a economia encontram dificuldades. Em janeiro, a Fazenda anunciou pacote para destravar empréstimos. Umas das mudanças, o uso do FGTS como garantia do crédito consignado, não está fechada.
A linha de crédito de R$ 5 bilhões do BNDES para micro e pequenas empresas com juros mais baixos também está travada, pois o banco não consegue oferecer taxas de até 18% ao ano, como prometido.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
![]() |
||
| PROPOSTAS TRAVADASGoverno enfrenta dificuldades para aprovar medidas fiscais e de crédito |
Fonte: Folha Online - 12/03/2016
2150
pessoas já leram essa notícia
Notícias
- 19/01/2026 Planilhas e apps gratuitos para controlar os gastos mensais
- Preço do etanol sobe em 19 estados, aponta ANP
- Caixa começa a pagar Bolsa Família de janeiro nesta segunda-feira
- Defasagem da tabela do Imposto de Renda chega a 157% em 2025, calcula Sindifisco
- Nova regra da CNH derruba preços e faz autoescolas venderem pacotes por cerca de R$ 300
- Agência de turismo não poderá reter taxa de serviço após cancelamento de viagem
- FGC: dos 800 mil credores do Master, 569 mil pedidos de ressarcimento já foram registrados
- Focus: projeção de inflação para 2026 recua a 4,02%; PIB e dólar mantêm estabilidade
- Cuidado com golpes em falsos leilões, telefonemas, mensagens e sites
- O que vale mais a pena: comprar imóvel ou alugar e investir?
- Haddad defende que BC fiscalize fundos em vez da CVM em meio ao caso Master
Perguntas e Respostas
- Quanto tempo o nome fica cadastrado no SPC, SERASA e SCPC?
- A consulta ao SPC, SERASA ou SCPC é gratuita?
- Saiba quais os bens não podem ser penhorados para pagar dívidas
- Após quantos dias de atraso o credor pode inserir o nome do consumidor no SPC ou SERASA?
- Protesto de dívida prescrita é ilegal e dá direito a indenização por danos morais
- Como consultar SPC, SERASA ou SCPC?
- ACORDO - Em caso de acordo, após o pagamento da primeira parcela o credor é obrigado a tirar o nome do devedor dos cadastros de SPC e SERASA ou pode mantê-lo cadastrado até o pagamento da última parcela?
- CHEQUE – Não encontro à pessoa para qual passei um cheque que voltou por falta de fundos. O que posso fazer para pagar este cheque e regularizar minha situação?
- Problemas com dívidas? Dicas para você não entrar em desespero
- PROTESTO - Qual o prazo para o protesto de um cheque, nota promissória ou duplicata? O protesto renova o prazo de prescrição ou de inscrição no SPC e SERASA?
- Cartão de Crédito: Procedimentos em caso de perda, roubo ou clonagem
- O que o consumidor pode fazer quando seu nome continua incluído na SERASA ou no SPC após o pagamento de uma dívida ou depois de 5 anos?
- Posso ser preso por dívidas ?
- SPC e SERASA, como saber se seu nome está inscrito?
- Acordo – Paga a primeira parcela nome deve ser excluído dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)

