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Governo federal adia para março anúncio de corte de gastos
Publicado em 12/02/2016 , por VALDO CRUZ
O governo adiou para março o anúncio do corte de gastos do Orçamento da União deste ano para tentar cumprir a meta de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). O adiamento havia sido discutido na manhã desta quinta-feira (11) pela presidente Dilma Rousseff com os ministros Jaques Wagner (Casa Civil), Nelson Barbosa (Fazenda) e Valdir Simão (Planejamento).
Legalmente, o governo teria prazo até o dia 23 de março para fazer este anúncio, e não amanhã, conforme era o entendimento anterior.
Ao ganhar tempo, adiando a divulgação do chamado contingenciamento de gastos, alguns assessores avaliam que o governo terá condições de amarrar, junto com o corte de despesas, o anúncio de outras medidas na área fiscal, como a criação de um teto de gastos.
Com isto, a expectativa é ganhar a confiança do mercado mostrando que, no médio prazo, o Palácio do Planalto vai conseguir reequilibrar as contas públicas. A avaliação da equipe econômica, feita reservadamente, é que não será possível cumprir a meta de superavit de 2016, voltando a repetir deficit nas contas públicas.
Na reunião de hoje, no Palácio do Planalto, a equipe econômica iria levar um conjunto de medidas na área de corte de gastos e de receitas para tentar garantir o cumprimento da meta fiscal de responsabilidade da União, que é uma economia de R$ 24 bilhões para pagamento da dívida pública. Estados e municípios têm de economizar outros R$ 6,5 bilhões para cumprir o superavit primário deste ano.
Na área de cortes, depois de avaliar vários cenários, que chegou a incluir cortes entre R$ 30 bilhões e R$ 50 bilhões, a equipe econômica teria fechado uma proposta de um bloqueio na casa de R$ 18 bilhões. A redução menor foi elaborada na busca de evitar a paralisia de boa parte de programas e ações federais.
Legalmente, o governo teria prazo até o dia 23 de março para fazer este anúncio, e não amanhã, conforme era o entendimento anterior.
Ao ganhar tempo, adiando a divulgação do chamado contingenciamento de gastos, alguns assessores avaliam que o governo terá condições de amarrar, junto com o corte de despesas, o anúncio de outras medidas na área fiscal, como a criação de um teto de gastos.
Com isto, a expectativa é ganhar a confiança do mercado mostrando que, no médio prazo, o Palácio do Planalto vai conseguir reequilibrar as contas públicas. A avaliação da equipe econômica, feita reservadamente, é que não será possível cumprir a meta de superavit de 2016, voltando a repetir deficit nas contas públicas.
Na reunião de hoje, no Palácio do Planalto, a equipe econômica iria levar um conjunto de medidas na área de corte de gastos e de receitas para tentar garantir o cumprimento da meta fiscal de responsabilidade da União, que é uma economia de R$ 24 bilhões para pagamento da dívida pública. Estados e municípios têm de economizar outros R$ 6,5 bilhões para cumprir o superavit primário deste ano.
Na área de cortes, depois de avaliar vários cenários, que chegou a incluir cortes entre R$ 30 bilhões e R$ 50 bilhões, a equipe econômica teria fechado uma proposta de um bloqueio na casa de R$ 18 bilhões. A redução menor foi elaborada na busca de evitar a paralisia de boa parte de programas e ações federais.
Fonte: Folha Online - 11/02/2016
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