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Taxa de juros do rotativo do cartão de crédito chega a 415,3% ao ano
Publicado em 23/12/2015
Os juros cobrados no rotativo do cartão de crédito chegaram a 415,3% ao ano em novembro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (22) pelo Banco Central. É o maior percentual desde o início da série histórica, em março de 2011. Esta é a modalidade mais cara das disponíveis para consumo no mercado.
O rotativo é acionado quando o usuário do cartão de crédito não paga na íntegra a fatura de um determinado mês. Os juros incidem na diferença entre o que foi pago e o valor total cobrado. Nas estimativas da autoridade monetária, o uso do rotativo durante um ano pode quintuplicar a dívida total.
Os juros do cheque especial também subiram. A taxa média dessa modalidade chegou em novembro a 284,8% ao ano, maior valor desde o maio de 1995, quando estava em 286,15% ao ano.
As taxas cobradas para as linhas de crédito voltadas ao consumo, chamado pelo BC de crédito livre pessoa física, chegaram a 64,8% no mês, o maior valor da série histórica iniciada em março de 2011.
INADIMPLÊNCIA
A inadimplência no mercado de crédito brasileiro no segmento de recursos livres, no qual os bancos estão livres para escolher as taxas oferecidas aos consumidores, foi a 5,2% em novembro, contra 5% em outubro.
Segundo o BC, o estoque total de crédito no país cresceu 0,6% em novembro sobre o mês anterior, somando R$ 3,177 trilhões. Esse estoque engloba também o segmento de recursos direcionados, que inclui as linhas do BNDES, do crédito habitacional e rural.
O rotativo é acionado quando o usuário do cartão de crédito não paga na íntegra a fatura de um determinado mês. Os juros incidem na diferença entre o que foi pago e o valor total cobrado. Nas estimativas da autoridade monetária, o uso do rotativo durante um ano pode quintuplicar a dívida total.
Os juros do cheque especial também subiram. A taxa média dessa modalidade chegou em novembro a 284,8% ao ano, maior valor desde o maio de 1995, quando estava em 286,15% ao ano.
As taxas cobradas para as linhas de crédito voltadas ao consumo, chamado pelo BC de crédito livre pessoa física, chegaram a 64,8% no mês, o maior valor da série histórica iniciada em março de 2011.
INADIMPLÊNCIA
A inadimplência no mercado de crédito brasileiro no segmento de recursos livres, no qual os bancos estão livres para escolher as taxas oferecidas aos consumidores, foi a 5,2% em novembro, contra 5% em outubro.
Segundo o BC, o estoque total de crédito no país cresceu 0,6% em novembro sobre o mês anterior, somando R$ 3,177 trilhões. Esse estoque engloba também o segmento de recursos direcionados, que inclui as linhas do BNDES, do crédito habitacional e rural.
Fonte: Folha Online - 22/12/2015
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