<
Voltar para notícias
2777
pessoas já leram essa notícia
Governo reajusta tarifas de serviços dos Correios para recuperar a estatal
Publicado em 11/12/2015
O Ministério da Fazenda autorizou nesta quinta-feira (10) o aumento das tarifas dos serviços postais e telegráficos, nacionais e internacionais, prestados exclusivamente pelos Correios. A correção das tarifas, como as de entrega de cartas e telegramas, será de 8,89% e ajudará a diminuir o deficit no orçamento da estatal, que deve chegar a R$ 2 bilhões até o fim do ano.
A medida será implementada nos próximos dias, depois da publicação de uma portaria do Ministério das Comunicações que oficializará os novos valores dos serviços.
Com o reajuste de preços, o envio de uma carta não comercial —atualmente R$ 0,95— passará para R$ 1,05. Já a carta comercial —hoje a R$ 1,40— subirá para R$ 1,50. A carta social, voltada aos beneficiários do programa Bolsa Família, permanecerá com o preço de R$ 0,01. A revisão não se aplica ao segmento de encomendas, como o Sedex.
De acordo com a empresa, a estimativa é aumentar receitas em R$ 780 milhões por ano. Em comunicado, os Correios afirmam que as tarifas são atualizadas com base nos custos repassados à empresa, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados.
Além da revisão das tarifas, o novo presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, informou que medidas administrativas também fazem parte do pacote previsto. Ele quer adiar a renovação das frotas de carros e caminhões da empresa, que atualmente ocorre a cada cinco anos.
Os contratos de 4,8 mil imóveis que a empresa aluga serão também revistos, verbas publicitárias e de patrocínio serão cortadas e até o horário de funcionamento das agências poderá sofrer alterações. Para o ano que vem, o objetivo é cortar R$ 1,7 bilhão em gastos e aumentar em R$ 300 milhões a receita da empresa.
A medida será implementada nos próximos dias, depois da publicação de uma portaria do Ministério das Comunicações que oficializará os novos valores dos serviços.
Com o reajuste de preços, o envio de uma carta não comercial —atualmente R$ 0,95— passará para R$ 1,05. Já a carta comercial —hoje a R$ 1,40— subirá para R$ 1,50. A carta social, voltada aos beneficiários do programa Bolsa Família, permanecerá com o preço de R$ 0,01. A revisão não se aplica ao segmento de encomendas, como o Sedex.
De acordo com a empresa, a estimativa é aumentar receitas em R$ 780 milhões por ano. Em comunicado, os Correios afirmam que as tarifas são atualizadas com base nos custos repassados à empresa, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados.
Além da revisão das tarifas, o novo presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, informou que medidas administrativas também fazem parte do pacote previsto. Ele quer adiar a renovação das frotas de carros e caminhões da empresa, que atualmente ocorre a cada cinco anos.
Os contratos de 4,8 mil imóveis que a empresa aluga serão também revistos, verbas publicitárias e de patrocínio serão cortadas e até o horário de funcionamento das agências poderá sofrer alterações. Para o ano que vem, o objetivo é cortar R$ 1,7 bilhão em gastos e aumentar em R$ 300 milhões a receita da empresa.
Fonte: Folha Online - 10/12/2015
2777
pessoas já leram essa notícia
Notícias
- 19/01/2026 Planilhas e apps gratuitos para controlar os gastos mensais
- Preço do etanol sobe em 19 estados, aponta ANP
- Caixa começa a pagar Bolsa Família de janeiro nesta segunda-feira
- Defasagem da tabela do Imposto de Renda chega a 157% em 2025, calcula Sindifisco
- Nova regra da CNH derruba preços e faz autoescolas venderem pacotes por cerca de R$ 300
- Agência de turismo não poderá reter taxa de serviço após cancelamento de viagem
- FGC: dos 800 mil credores do Master, 569 mil pedidos de ressarcimento já foram registrados
- Focus: projeção de inflação para 2026 recua a 4,02%; PIB e dólar mantêm estabilidade
- Cuidado com golpes em falsos leilões, telefonemas, mensagens e sites
- O que vale mais a pena: comprar imóvel ou alugar e investir?
- Haddad defende que BC fiscalize fundos em vez da CVM em meio ao caso Master
Perguntas e Respostas
- Quanto tempo o nome fica cadastrado no SPC, SERASA e SCPC?
- A consulta ao SPC, SERASA ou SCPC é gratuita?
- Saiba quais os bens não podem ser penhorados para pagar dívidas
- Após quantos dias de atraso o credor pode inserir o nome do consumidor no SPC ou SERASA?
- Protesto de dívida prescrita é ilegal e dá direito a indenização por danos morais
- Como consultar SPC, SERASA ou SCPC?
- ACORDO - Em caso de acordo, após o pagamento da primeira parcela o credor é obrigado a tirar o nome do devedor dos cadastros de SPC e SERASA ou pode mantê-lo cadastrado até o pagamento da última parcela?
- CHEQUE – Não encontro à pessoa para qual passei um cheque que voltou por falta de fundos. O que posso fazer para pagar este cheque e regularizar minha situação?
- Problemas com dívidas? Dicas para você não entrar em desespero
- PROTESTO - Qual o prazo para o protesto de um cheque, nota promissória ou duplicata? O protesto renova o prazo de prescrição ou de inscrição no SPC e SERASA?
- Cartão de Crédito: Procedimentos em caso de perda, roubo ou clonagem
- O que o consumidor pode fazer quando seu nome continua incluído na SERASA ou no SPC após o pagamento de uma dívida ou depois de 5 anos?
- Posso ser preso por dívidas ?
- SPC e SERASA, como saber se seu nome está inscrito?
- Acordo – Paga a primeira parcela nome deve ser excluído dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)
